domingo, 9 de outubro de 2011
Marilina Leão: Homenagem a semana da Criança...
Preciosa amiga, Marilina
És dessas jóias preciosas que, sem querer, garimpamos na maturidade da vida. E te encontrei aqui, por acaso. Presente raro, que me foi guardado – culto, pronto, lapidado. Diamante, posto que eterno, para sempre preservada, em meu coração, amiga, doce e fraterna.
Com todo meu amor, Carmen.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Você é quem escolhe sempre...

Hoje eu quero mais é ser feliz...
O dinheiro acabou?
A crise se instalou em sua vida?
O outro te pertuba?
O carro quebrou?
Perdeu a hora?
Me pergunto...e dai?
Chega a ser ate gostoso esse desafio...me faz lembrar Pollyana com o seu jogo.
Seja qual for teu aborrecimento ele não é maior que tua vontade.
Nada pode roubar-nos a paz..
Concordo que isso nos entristece..que nos irrita..ou nos deprime...entenda que sentimentos assim são naturais,e fazem parte de um processo de libertação do que vem de fora.
Ficamos mais fortes pois exercitamos nossa força interior.
Compreenda que nada e nem ninguem pode tirar tua paz ..a não se que vocè permita.
A tua alma é sagrada..cuide bem dela ,preste atençao no que pode habitar em ti.
A felicidade e o bem estar é uma escolha e uma conquista.
Uma conquista diaria
Um exercicio constante baseado em bons pensamentos e em boa pessoas a quais acrescentem em nossas vidas.
E essa conquista vem de dentro para fora.
De valores que moldam seu caracter.
Na busca pelo auto conhecimento que te permite viver bem consigo e com o outro.
Então é a hora de limpar as gavetas e os armarios da alma.
Sabe aquela vestido que guardou esperando uma festa?
Não serve mais..não se apegue..
As coisas mudam...os gostos...os tempos..
Na hora em que precisar de um vestido assim,você o tera de alguma forma.
Não guarde nada esperando por um dia.
Viva um dia apos o outro.
Lembrando sempre de que a escolha é nossa,e nenhum problema é maior ou mais forte que tua vontade.
E principalmente maior que sua escolha.
Pois é você quem escolhe sempre.
Sandra Vieira
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Então chega uma hora em nossa que é necessário romper as barreiras
Barreiras essas que nos impedem de seguir nosso curso
Que nos impedem de crescer
Barreiras que nos limitam e nos faz escravos de nós mesmo,
Chega um momento na vida que se escolhe morrer ou viver
Pois existem muitos sobrevivem... Deixaram de viver
Não basta só existir, é necessário viver
E viver em plenitude, com satisfação.
È chegada a hora da travessia
È chegada a hora em que é necessário limpar os armários e as gavetas da alma
Embora tudo tenha seu preço
Paguemos o justo preço por nossas escolha
Escolha de optar pela felicidade
Que nada mais é que a missão predestinada a cada um de nós.
A busca e o encontro da felicidade.
Sandra Vieira
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
II-Encontro dos Escritores do Facebook- Fragmentos do Face-Manisfesto pela Educação e Cultura
II-Encontro dos Escritores do Facebook- Fragmentos do Face-Manisfesto pela Educação e Cultura
Foi falado e discutido varios topicos dentre eles-
Realização de encontros nas capitais,
Lançar a Primeira colêtania do fragmentos do Facebook,
Criar grupos dos Escritores da Alegria,realizando leituras em comunidades carentes,hospitais,asilos...etc,
Lançar a campanha para a arrecadação de livros,visando a constituição de bibliotecas e realização da leitura e do exercicio da escrita como elementos canalizadores da educação,
A importancia do conhecimento na formação do cidadão,
O comprometimento que todos temos ao nos dispor a realizar um trabalho social,nos tornado assim mediadores no processo de formação do cidadão,
Esses foram os assuntos mais abordado no Encontro,dentre vários outros.
Na verdade foi um verdadeiro encontro de almas,almas essas puras,sonhadoras e determinadas em fazer desse mundo um lugar melhor para todos.
Assinam no dia-
Andreia Bossoes
Joanita Sacramento
Roberto Sanches
Sandra Vieira
E todos os nossos amigos e colaboradores que estiveram virtualmente presentes como o nosso grande amigo Silvio Belbute.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Claude Debussy - Clair de lune
terça-feira, 16 de novembro de 2010
50 anos
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Poder do Batismo
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Doce novembro
o sono chega
e com ele
o medo
medo de sonhar
medo de te encontar
mais uma vez apenas em sonhos
doce novembro chegando
de mansinho trazendo lembranças
esperanças
mudanças
vou te ver amor meu
mais uma vez
voaremos
amaremos
seremos como sempre fomos
mesmo que nesta vida apenas em sonhos
seremos novamente um só
neste doce novembro
doce amor
te espero
mesmo que seja apenas uma vez só
ele me conhece tão mal
se estou com frio ou com calor
se tenho lágrimas para te dar
se ainda sei como te amar
ele me conhece tão mal
fizeste teu julgamento
sem saber o que trago de fato aqui dentro
meu tormento
é não ter tido tempo para falar
você foi
eu fiquei
cresci
mudei
aquela menina
não mais existe
uma mulher floresceu
amadureceu
até mesmo envelheceu
e tu continuas
a me conhecer tão mal
e eu te espero
não sei porque
por orgulho
por amor
ou eu é que te conheço tão mal
CONVERSANDO COM MINHA ALMA

Ontem, disse: “Só penso em escrever pra ver se passa. Quantos goles de mim mesma terei que tomar até ficar sóbria? Não sei...” Desejei partir e me procurar, para esquecer meus sofrimentos em alma cansada, que já não me agüentava e queria fugir de mim...
Nem fui. Acabei ficando. Precisava discutir a relação comigo. Discuti. Lavei roupa suja no meio da rua. Escrevi versos aos berros, mostrei aos amigos, que comentaram. Botei tudo em pratos limpos com minha alma mendiga. Ela respondeu-me:
- Amiga, por que tardaste tanto a vir conversar? Por que juntar tanto lixo, tanta mágoa, tanta imundície?
- Não sei, respondi-lhe. Talvez tivesse medo de te enfrentar... da dor que iria calar como punhal.
- Esperas chamar a faxineira quando a casa está limpa?
- Não. Chamo quando há sujeira, claro.
- Vais ao endocrinologista quando estás magra?
- Claro, que não, tu sabes. Vou quando estou saindo do invólucro!
- Viste? Dizes que és guerreira, mas és covarde.
- Não me insultes, alma vagabunda. Filha perdida de uma qualquer, que se dizia valente.
- Sou tua filha, não me faças rir, criatura doente!
- No início, me chamavas de amiga. Agora, passei a ser criatura doente? Que espécie de alma és tu?
- Sou teu sub-consciente, que fala contigo, e que te diz a verdade; que embora não aflore está sempre te acompanhando. Sou como uma sub-camada tua – envolto num véu, pareço ausente – mas quando precisas de amparo, venho e me torno teu interlocutor, portanto sou também o agora.
- Alma, me pareces bela...
- Sei que sou interessante! Tenho meus momentos!
- Não sejas ególatra, Alma!
- Logo quem falando em egolatria, valha-me Deus!
- Vamos deixar Deus fora desse papo, Alma?
- Estou aqui para te ajudar. Vi que sofrias. Vim conversar. Estavas me arrastando pelas calçadas. Isso dói, sabias? Sou pesada, mas nem tanto!
- Culpa daquele desgraçado. Mandou-me flores. Joguei as flores e a alma na sacola e ficou pesada como chumbo, como terra arrasada. Vim com a alma arrastando pelas calçadas do Centro...
- Confessate, eu sabia! Conta o resto. E de uma vez.
- Depois ele mandou os e-mails, dizendo que fica à tocaia. Espiando como ladrão pela fechadura, para me ver à saída do trabalho. Passado todo esse tempo, Alma! Havia esquecido desse traste. Podia ter nascido morto, não faria falta à humanidade...
- Não fala assim, guria, Deus castiga!
- Tá bom. Mas aparecer agora? Pra bagunçar minha vida? Estava normal, equilibrada, feliz. Isso é karma. Arrastei você até a noite, de novo. Subi e desci ladeiras. Precisava me acalmar. Esquecer. E veio a história do outro... com a minha melhor amiga! Daí não suportei. Só enchendo a cara. Queria me matar, matar você, matar o cara. Fiquei de cara.
- Não tenho culpa, guria...
- Eu sei Alma. Mas és só tu – minha amiga, abrigo, meu último gole de vida – eterna companheira.
E assim, minh’alma exausta, despediu-se e foi descansar, no travesseiro das Almas Cansadas. Antes, um derradeiro conselho:
- Nossas prosas precisam acontecer mais vezes, guria. Achas que deves esperar teus olhos encharcarem, a visão turvar, o cálice transbordar, o rio secar, o leite derramar? Vem, amiga, vem mais seguido.
Concordei que essas conversas são imprescindíveis e inadiáveis.
E ela se foi. Ou não. Alma, estás aí?
tentar esquecer
da minha vida
do meu mundo
do meu pesar
do meu sonhar
vou tentar não te amar
não me preocupar
se estás bem
se estás com quem
se com quem estas te faz bem
vou tentar saber se tentas
me esquecer
assim como eu




