segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Então chega uma hora em nossa que é necessário romper as barreiras

Barreiras essas que nos impedem de seguir nosso curso

Que nos impedem de crescer

Barreiras que nos limitam e nos faz escravos de nós mesmo,

Chega um momento na vida que se escolhe morrer ou viver

Pois existem muitos sobrevivem... Deixaram de viver

Não basta só existir, é necessário viver

E viver em plenitude, com satisfação.

È chegada a hora da travessia

È chegada a hora em que é necessário limpar os armários e as gavetas da alma

Embora tudo tenha seu preço

Paguemos o justo preço por nossas escolha

Escolha de optar pela felicidade

Que nada mais é que a missão predestinada a cada um de nós.

A busca e o encontro da felicidade.

Sandra Vieira

terça-feira, 23 de novembro de 2010

II-Encontro dos Escritores do Facebook- Fragmentos do Face-Manisfesto pela Educação e Cultura


II-Encontro dos Escritores do Facebook- Fragmentos do Face-Manisfesto pela Educação e Cultura

Dia 20 de novembro em São paulo foi realizado o II Encontro dos Escritores do Facebook.Momento esse que foi maravilhoso na troca do saber,na interação que também é um dos objetivos do evento,unir pessoas.

Foi falado e discutido varios topicos dentre eles-

Realização de encontros nas capitais,

Lançar a Primeira colêtania do fragmentos do Facebook,

Criar grupos dos Escritores da Alegria,realizando leituras em comunidades carentes,hospitais,asilos...etc,

Lançar a campanha para a arrecadação de livros,visando a constituição de bibliotecas e realização da leitura e do exercicio da escrita como elementos canalizadores da educação,

A importancia do conhecimento na formação do cidadão,

O comprometimento que todos temos ao nos dispor a realizar um trabalho social,nos tornado assim mediadores no processo de formação do cidadão,

Esses foram os assuntos mais abordado no Encontro,dentre vários outros.

Na verdade foi um verdadeiro encontro de almas,almas essas puras,sonhadoras e determinadas em fazer desse mundo um lugar melhor para todos.

Assinam no dia-

Andreia Bossoes

Joanita Sacramento

Roberto Sanches

Sandra Vieira

E todos os nossos amigos e colaboradores que estiveram virtualmente presentes como o nosso grande amigo Silvio Belbute.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Claude Debussy - Clair de lune




A melodia entra em meus poros, buscando um endereço certo.*
Nessa travessia,ela causa as mais diversas sensações.
A claridade da lua vai inundando o meu corpo que, em resposta, entra em êxtase e profundo deleite.
È como se recebesse asas me permitindo alçar voo, cada vez mais alto.
Quem sabe ao encontro da lua e sua luz?
Assim vou, viajando, divagando, me embriagando de tanto brilho e alegria."

terça-feira, 16 de novembro de 2010

50 anos



Quinze de novembro!
O que hà de màgico em completar 50 anos que me tràs uma alegria imensa?
Por que?
Deveria ser um aniversàrio como todos os outros ,mas não é.
Estou em festa dentro de mim.
Coração acelerado.
Uma alegria inexplicàvel que jorra aos borbulhões.
Não preciso de presentes pois o  maior jà recebi.
50 anos!
Meio século!
Bodas de ouro comigo.
È realmente indescritìvel!
Não importa se estou sozinha ou acompanhada.
O que vale é estar comigo.
Em perfeita harmonia.
E sem dùvida, com Deus que me proprciona esse dia.
Os amigos são muito bem vindos, importantes sim.
Fazem abrilhantar mais ainda esse momento.
Desnecessàrio presentes.
A presença é o que conta.
Serà que isso é amadurecimento?
Ou serà sintonia completa comigo e com Deus?
Pode ser tudo junto.
Não me importa.
Importa a alegria e felicidade incontidas.
Sim!
Estou realmente feliz!
Muito feliz.
Parabens a mim por estes 50 anos vividos e sobrevividos.
Pelas conquistas.
Derrotas.
Tristezas.
Alegrias.
Foram o tempero.
E que venham quantos outros vierem , com tudo isso.
Não dispenso nenhum desses temperos.
E quando fecharem as cortinas, estarei pronta e feliz!
Hoje é o meu dia!
Viva!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Poder do Batismo









São aproximadamente onze horas da noite de sexta feira.
Tudo corre na mais perfeita ordem.
Um plantão sem tumulto, até que chega uma mãe desorientada, pedindo aos prantos que socorram a filha, um bebê de 6 meses, que està febril e  inerte em seus braços.
O pediatra, ao examinar, constata um caso grave de infecção generalizada que jà acometeu todo o organismo, com sangramento gàstrico. Como de rotina, inicia a corrida para encontrar um CTI infantil, sem sucesso.
A cirurgiã, logo pensa se a criança é batizada mas não diz nada.
Em seguida chega a avò, tambem aos prantos,em frente dela, diz que a neta não é batizada.
Ela a acalma se comprometendo a batizà-la assim que fosse para a enfermaria.
Passado algum tempo, quando não tinha mais nenhum atendimento, vai ao berço da criança e pede à enfermeira um copo com agua.
È um momento ùnico. Ela nunca tinha batizado alguem antes, apenas foi madrinha. 
Com cuidado asperge agua na fronte do bebê e diz como os padres fazem.
Terminado o sacramento, continua rezando com a mão sobre a criança.
Apòs algum tempo, que não sabe se foi longo, despede das enfermeiras e vai para o quarto descansar.
Ao dar o primeiro passo, sente que não tem forças e precisa se amparar nas paredes para andar.
Consegue chegar ao quarto e deita-se. Naquela noite não houve mais nenhum atendimento.
Acorda às sete horas e como de costume visita seus pacientes e em seguida vai para casa sem pensar mais no acontecido da noite.
No domingo ,quando chega ao hospital, no elevador, a enfermeira ,que esteve no plantão, vem dizer estupefata e radiante:
- Dra, depois que a senhora batizou a menina ela parou de sangrar, não teve mais febre e està recebendo alta hoje.
Ela compartilha da alegria,dizendo:
-Sério? Que noticia boa!Deus é maravilhoso!
Seu coração dispara. 
Uma sensação estranha.
Que experiência linda com Deus!
Que força tem o Batismo.
Que honra ser canal do Seu Amor!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Doce novembro

Amor meu
o sono chega
e com ele
o medo
medo de sonhar
medo de te encontar
mais uma vez apenas em sonhos
doce novembro chegando
de mansinho trazendo lembranças
esperanças
mudanças
vou te ver amor meu
mais uma vez
voaremos
amaremos
seremos como sempre fomos
mesmo que nesta vida apenas em sonhos
seremos novamente um só
neste doce novembro
doce amor
te espero
mesmo que seja apenas uma vez só

ele me conhece tão mal

se sinto dor
se estou com frio ou com calor
se tenho lágrimas para te dar
se ainda sei como te amar
ele me conhece tão mal
fizeste teu julgamento
sem saber o que trago de fato aqui dentro
meu tormento
é não ter tido tempo para falar
você foi
eu fiquei
cresci
mudei
aquela menina
não mais existe
uma mulher floresceu
amadureceu
até mesmo envelheceu
e tu continuas
a me conhecer tão mal
e eu te espero
não sei porque
por orgulho
por amor
ou eu é que te conheço tão mal

CONVERSANDO COM MINHA ALMA




Ontem, disse: “Só penso em escrever pra ver se passa. Quantos goles de mim mesma terei que tomar até ficar sóbria? Não sei...” Desejei partir e me procurar, para esquecer meus sofrimentos em alma cansada, que já não me agüentava e queria fugir de mim...

Nem fui. Acabei ficando. Precisava discutir a relação comigo. Discuti. Lavei roupa suja no meio da rua. Escrevi versos aos berros, mostrei aos amigos, que comentaram. Botei tudo em pratos limpos com minha alma mendiga. Ela respondeu-me:

- Amiga, por que tardaste tanto a vir conversar? Por que juntar tanto lixo, tanta mágoa, tanta imundície?

- Não sei, respondi-lhe. Talvez tivesse medo de te enfrentar... da dor que iria calar como punhal.

- Esperas chamar a faxineira quando a casa está limpa?

- Não. Chamo quando há sujeira, claro.

- Vais ao endocrinologista quando estás magra?

- Claro, que não, tu sabes. Vou quando estou saindo do invólucro!

- Viste? Dizes que és guerreira, mas és covarde.

- Não me insultes, alma vagabunda. Filha perdida de uma qualquer, que se dizia valente.

- Sou tua filha, não me faças rir, criatura doente!

- No início, me chamavas de amiga. Agora, passei a ser criatura doente? Que espécie de alma és tu?

- Sou teu sub-consciente, que fala contigo, e que te diz a verdade; que embora não aflore está sempre te acompanhando. Sou como uma sub-camada tua – envolto num véu, pareço ausente – mas quando precisas de amparo, venho e me torno teu interlocutor, portanto sou também o agora.

- Alma, me pareces bela...

- Sei que sou interessante! Tenho meus momentos!

- Não sejas ególatra, Alma!

- Logo quem falando em egolatria, valha-me Deus!

- Vamos deixar Deus fora desse papo, Alma?

- Estou aqui para te ajudar. Vi que sofrias. Vim conversar. Estavas me arrastando pelas calçadas. Isso dói, sabias? Sou pesada, mas nem tanto!

- Culpa daquele desgraçado. Mandou-me flores. Joguei as flores e a alma na sacola e ficou pesada como chumbo, como terra arrasada. Vim com a alma arrastando pelas calçadas do Centro...

- Confessate, eu sabia! Conta o resto. E de uma vez.

- Depois ele mandou os e-mails, dizendo que fica à tocaia. Espiando como ladrão pela fechadura, para me ver à saída do trabalho. Passado todo esse tempo, Alma! Havia esquecido desse traste. Podia ter nascido morto, não faria falta à humanidade...

- Não fala assim, guria, Deus castiga!

- Tá bom. Mas aparecer agora? Pra bagunçar minha vida? Estava normal, equilibrada, feliz. Isso é karma. Arrastei você até a noite, de novo. Subi e desci ladeiras. Precisava me acalmar. Esquecer. E veio a história do outro... com a minha melhor amiga! Daí não suportei. Só enchendo a cara. Queria me matar, matar você, matar o cara. Fiquei de cara.

- Não tenho culpa, guria...

- Eu sei Alma. Mas és só tu – minha amiga, abrigo, meu último gole de vida – eterna companheira.

E assim, minh’alma exausta, despediu-se e foi descansar, no travesseiro das Almas Cansadas. Antes, um derradeiro conselho:

- Nossas prosas precisam acontecer mais vezes, guria. Achas que deves esperar teus olhos encharcarem, a visão turvar, o cálice transbordar, o rio secar, o leite derramar? Vem, amiga, vem mais seguido.

Concordei que essas conversas são imprescindíveis e inadiáveis.

E ela se foi. Ou não. Alma, estás aí?

Ouvindo Pessoa




Sábias palavras escuto

Do mestre Fernando Pessoa

Só quem não vive um amor

Não sofre e não se magoa!